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Publicado; fevereiro 26, 2012 Filed under: Cotidiano Leave a comment »Esses dias tive uma conversa amiga com um colega de trabalho. Ele tentava me encorajar a escrever um livro.
Esse puto!
Palavras não são coelhos que saltam de cartolas mágicas.
Cada parágrafo tem um preço a combinar. E sou eu quem paga a conta.
[...]
Vou deixar sair e esquecer. Apertar delete várias vezes só pra ver se você sente falta enquanto toma o café. Quantos dias demoram para se sentir a ausência?
Conheço noivo ex-amigo; Compartilho ex-amor. Até aquela palheta que sumiu me faz torcer os lábios. É o sol que queima intenso no mês de Outubro e a poeira acumulada na caixa de correios pela saudade das cartas que não foram escritas.
São havaianas trocadas.
Sou eu entupindo a bomba do chimarrão por nunca ter pisado em Porto Alegre.
São dentes tortos de um banguela – alguns faltando e todos desconexos.